29 de Junho- Dia Mundial da ESCLEROSE SISTÊMICA
ESCLEROSE SISTÊMICA
A Esclerose Sistêmica tem como símbolo o
girassol, que se volta para o sol buscando o calor para poder florescer, assim
como os pacientes com essa doença, que se sentem mais confortáveis nos dias de
temperatura mais quente.
É uma doença rara do sistema imunológico (incidência
de 3 a 4 casos/ 1 milhão de habitante por ano) e se caracteriza pelo endurecimento
da pele, a qual se torna espessa, lisa e sem elasticidade, principalmente nos
dedos das mãos. Além disso, um outro sintoma muito comum e que pode servir de
alerta para suspeitar do seu início é a alteração da coloração dos dedos das
mãos quando o paciente é exposto ao frio, o chamado FENÔMENO DE RAYNAUD (“renô).
No entanto, por se tratar de uma doença autoimune crônica inflamatória, a esclerose pode acometer outros órgãos e tecidos além da pele. Pode ocorrer o acometimento das articulações, podendo evoluir para fibrose e perda de função de órgãos internos, como o esôfago, pulmão, coração e rins.
Existem dois tipos de ES: a
forma limitada, na qual lentamente a diminuição da elasticidade da pele envolve
mãos e antebraços, pernas e pés, face e pescoço; e a difusa – que rapidamente
acomete braços, coxas, tronco e abdome. Em até 10% dos casos, a Esclerose
Sistêmica envolve primeiro o pulmão ou o esôfago, antes do apare cimento do
espessamento e da aderência da pele aos tecidos mais profundos. Pode variar
muito em termos de atividade e gravidade. Para alguns pacientes representa
apenas um incômodo, enquanto para outros pode tornar-se mais grave, mas de modo
geral, afeta a rotina habitual. Atualmente, existem medicações que retardam a
evolução da doença e auxiliam no controle dos sintomas, mas ainda não há cura
para a Esclerodermia.

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